domingo, 4 de março de 2012

Relatando vivências na EJA


Relatando vivências na EJA
12/07/2011

É na inconclusão do ser, que se sabe como tal, que se funda a educação como processo permanente. Mulheres e homens se tornaram educáveis na medida em que se reconhecem inacabados.
Paulo Freire


Neste meu caminhar enquanto coordenadora pedagógica da rede municipal de ensino da cidade de Salvador, quando podia afirmar com certeza que já havia me apropriado do meu fazer e da minha identidade enquanto coordenadora, com total clareza de meu papel profissional, eis que fui desafiada a percorrer um caminho novo, um caminho nunca antes trilhado: a coordenação do SEJA.
Aí, vivo agora um novo momento profissional, a busca incessante por conhecer, por me apropriar, da melhor forma possível, pelo menos teoricamente, daquilo a que me propus e que é meu trabalho fazer: orientar o trabalho do professor.
Neste novo caminhar é que entrei em um curso à distância, busquei livros, revistas, artigos, enfim, fui ler, ler, ler e ler!
Dessas leituras comecei a construir algumas coisas sobre a educação de jovens e adultos no Brasil, sobre a realidade da EJA, sobre a forma como se dá a construção de saberes, dentre outras.









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