domingo, 25 de março de 2012

Pais aprovam instalação de chips em  fardas escolares.  
Rose Santana, da Agência A TARDE (23/03/2012)
Escola municipal em Conquista é a primeira do país a adotar monitoramento via chip na farda do aluno. No primeiro dia de aula após o lançamento oficial de um sistema que monitora a frequência de estudantes por meio de um chip instalado na farda, na rede municipal de ensino de Vitória da Conquista (a 509 km de Salvador), pais de alunos disseram que a novidade trará mais tranquilidade para eles.
O uniforme, lançado na quarta-feira, 21, pela Secretaria Municipal de Educação, monitora a entrada e a saída dos estudantes das escolas e avisa por mensagem de texto (SMS) o horário exato dessa movimentação aos pais. Entre os responsáveis pelas crianças e adolescentes que estiveram nesta quinta, 22, em uma das escolas onde a medida já está sendo testada, a esperança é que com as mensagem chegue também a sensação de segurança.
 “Minha filha vai para o colégio de ônibus e fico muito preocupada todos os dias, espero ter mais tranquilidade agora”, relatou a cozinheira Gilmara Rosa de Jesus.
Já a dona de casa Sidilane Lopes aposta ainda mais alto na mudança: “Agora vou ter mais conforto em saber a hora que meu filho chegou e saiu da escola. Acho que esse novo uniforme vai proteger muitos estudantes e evitar que eles sejam desviados para o crime”. Sidilane é mãe do estudante David de Jesus Pereira, 13 anos, aluno da 6ª série no Centro Municipal de Educação Paulo Freire. David garante que nunca "cabulou" aula e diz que mesmo assim também aprova o novo sistema. “Agora eu me sinto mais na obrigação de vir para a aula, mas eu gostei, pois sei que minha família vai ficar mais tranqüila”, declarou.
Inicialmente apenas os alunos das unidades com maior índice de evasão escolar utilizarão o "fardamento digital". Das 203 escolas municipais, 25 serão atendidas com a nova tecnologia. Serão 20 mil alunos, entre 6 e 14 anos monitorados via camisa escolar. Os chips foram instalados no brasão ou na manga do uniforme. Até agosto de 2013, a Secretaria de Educação estima que todos os 42.725 estudantes da rede sejam contemplados com a iniciativa.
Cada camisa carregará um número universal, cadastrado no sistema da unidade escolar com as informações sobre os alunos e com o número do celular dos pais ou responsáveis. A tecnologia funciona a partir da instalação de sensores nas entradas das instituições escolares e o monitoramento é feito por identificação via radiofreqüência.
Pioneirismo - O secretário municipal Coriolano Moraes diz que Vitória da Conquista é a primeira cidade do Brasil a adotar a tecnologia na educação em rede, que custou R$1,2 milhão. Em uma pesquisa prévia verificou-se que 85% dos pais de estudantes da rede municipal possuíam aparelhos de celular e, por isso, a decisão de investir no monitoramento, afirma ele. “Os pais demonstraram bastante interesse no projeto desde o começo”, certificou o secretário.
Para o diretor do Centro Municipal de Educação Paulo Freire, Sidney Soares, a expectativa é que a tecnologia sirva para garantir maior participação das famílias na vida escolar dos estudantes. “A partir do novo uniforme, a tendência é a melhoria na freqüência dos alunos e, consequentemente, no índice de aprovação”, ressaltou.
Josiane Ferreira, 12 anos, aluna da 6ª série, diz que para ela o monitoramento não fará tanta diferença já que sempre foi assídua, mas confessa que será relevante para colegas que costumam fugir das salas de aula. “Quem faltar agora vai ter que ir para a escola de qualquer jeito, além disso, nossos pais vão acreditar mais na gente”, acrescentou a menina.




EUA: educação pública ruim ameaça segurança nacional


EUA: educação pública ruim ameaça segurança nacional

• AFP, via Terra Notícias • 21 de março de 2012 •
O fracasso das escolas públicas americanas para preparar eficazmente os alunos para um mundo globalizado põe em perigo a segurança nacional do país, disse um relatório do painel de especialistas, entre eles, a ex-secretária de Estado Condoleezza Rice.
Neste relatório de 121 páginas publicado nesta terça-feira pelo Council on Foreign Relations, um centro de pensamento estratégico de Nova York, os 31 especialistas afirmaram que a força militar já não é suficiente para garantir a segurança e a prosperidade de uma nação.
"Hoje em dia, a segurança nacional está mais relacionada ao capital humano de uma nação, e o capital humano de uma nação está ligado à força ou fragilidade de suas escolas públicas", disse o relatório.
Em geral, "muitas escolas" não preparam os estudantes para uma economia global que está mudando muito rápido, ou inclusive para formar "uma força de trabalho ou um exército suficientemente qualificados".
"É essencial que as crianças americanas se preparem para seu futuro em um mundo globalizado", afirmaram os especialistas, entre eles a ex-secretária de Estado de George W. Bush, Condoleezza Rice, e o ex-chefe das escolas públicas da cidade de Nova York, Joel Klein.
"Devem saber ler, escrever, contar, ter conhecimentos científicos, aprender idiomas, aprender sobre o mundo e - mais importante - conhecer as instituições e os valores básicos dos Estados Unidos para viver em sua comunidade e na comunidade internacional", completaram. 
Os especialistas destacaram o fato de que muitas crianças americanas estão em 14º lugar em leitura, 17º em ciências e em 25º em matemática, em um relatório de 2009 que compara o rendimento dos estudantes de países industrializados. 
Para melhorar a situação, os autores do relatório pediram, entre outras iniciativas, a distribuição mais equitativa dos recursos entre as escolas.
http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5677915-EI294,00-EUA+educacao+publica+ruim+ameaca+seguranca+nacional+dizem+especialistas.html

Alckmin acaba aula de reforço nas escolas paulistas

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1065966-alckmin-acaba-com-aulas-de-reforco-na-rede-paulista.shtml

23/03/2012 - 06h20

Alckmin acaba com aulas de reforço na rede paulista


SÃO PAULO
A rede estadual de ensino de São Paulo não terá mais atividades de reforço fora do período regular de aula para alunos com dificuldades de aprendizagem -o que acontecia desde 1997.
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) afirma que o atendimento aos estudantes passará a ser feito, em maio, por um professor auxiliar durante a própria aula. Só as turmas maiores, porém, terão dois docentes.
A medida que acaba com as aulas de reforço durante o ano letivo é anunciada em meio a uma crise de falta de professores -nos últimos meses, o governo chegou a chamar para dar aula até docentes reprovados no teste de admissão.
 Segue link para leitura da matéria completa

Palestra


Tema:  Medicalização na Educação Infantil

Data:  30 de março de 2012 (sexta-feira)
Horário:14h às 17h30min
Local: auditório I da FACED (1º andar)
Endereço: Av.Reitor Miguel Calmon s/n - Campus Canela -  Salvador - Bahia
Vagas limitadas : 100 lugares
Evento gratuito

Palestrantes

Profa. Dra. Lygia de Sousa Viégas
(Professora Adjunta da Faculdade de Educação - UFBA)

Profa. Dra. Elaine Cristina de Oliveira
(Professora Adjunta do Instituto de Ciências da Saúde, Departamento de Fonoaudiologia - UFBA)

Informações: fbei2005@yahoo.com.br / 9151-0833 (Oi) / 8752-6207 (Oi) / 9182-9594 (TIM) / 9934-11261(VIVO) / 8164-6310 (Claro)
  
Grupo Gestor FBEI (2009-2011)




  

domingo, 18 de março de 2012

Entenda o que é o Ideb

O Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) é a "nota" do ensino básico no país. Numa escala que vai de 0 a 10, o MEC (Ministério da Educação) fixou a média 6, como objetivo para o país a ser alcançado até 2021.
O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar, obtidos no Censo Escolar (ou seja, com informações enviadas pelas escolas e redes), e médias de desempenho nas avaliações do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), o Saeb – para os Estados e o Distrito Federal, e a Prova Brasil – para os municípios.
Criado em 2007, o Ideb serve tanto como dignóstico da qualidade do ensino brasileiro, como baliza para as políticas de distribuição de recursos (financeiros, tecnológicos e pedagógicos) do MEC. Se uma rede municipal, por exemplo, obtiver uma nota muito ruim, ela terá prioridade de recursos.
O índice é divulgado a cada dois anos.

Por que meta de 6

O objetivo do MEC é que o Brasil atinja nota 6 nas avaliações de 2021 -- as notas serão divulgadas em 2022, ano do bicentenário da Independência do Brasil.
Chegou-se a esse número com base na média das notas de proficiência dos países desenvolvidos da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), uma organização internacional e intergovernamental que agrupa os países mais industrializados da economia do mercado.
"A ideia é chegar na média dos bons", explica Reynaldo Fernandes, professor da USP (Universidade de São Paulo) e esx-presidente do Inep. O Ideb foi criado na gestão de Fernandes à frente do instituto.
"A nota 10, de fato, seria a excelência, como na vida escolar", explica Reynaldo. "Um país como a Finlândia [cujo sistema educacional é reconhecido como um dos melhores do mundo] teria 7,5 [de nota comparável com Ideb]."



Dados sobre o Ideb

http://educacao.uol.com.br/noticias/2010/07/01/ideb-resultado-e-bom-mas-matematica-precisa-de-intervencao-diz-maria-helena-guimaraes-de-castro.htm